29 de set de 2007

O Arquiteto

Ai pobre de pontos de vista sem óptica...
Meu Deus! Nos deste olhos para ver,
Mente para desenvolver, e compreender,
Esta faustosa organização caótica!

Senhor… Quantos universos criaste!
Esta maravilha oferente edificaste,
Meus olhos dilatam-se em admiração
Como posso expressar minha imensa gratidão?

Ignoro os seus planos para o nosso cego mundo,
Qual não vê a beleza do intemporal segundo,
Que revela a pura consciência do ser.

Deus amado arquiteto desta obra gloriosa
Eu me prosterno ante esta dádiva generosa
Dedicarei a minha vida em dignamente lhe enaltecer.

De Cristo A.

2 comentários:

Bernardo Lima disse...

ainda não conhecia teu blog...
tm boa poesia...
espero retornar aqui e ler outros trabalhos...
bjão!

Everaldo Ygor disse...

Arquitetos do desconhecido
Da poesia
Do existencial...
http://outrasandancas.blogspot.com/