23 de out de 2007

A Missão

Ante tanto absurdo,
Indago :
Absurda também serei?
De existência me equivoquei?
Não...
Vim pela liberdade e o amor;
Minha'alma sussura:
"Esta missão cumprirei."

Sinto-me daqui distante,
Porém relutante,
Em aceitar este caminho,
De um caprichoso destino hesitante,
Qual postou-me numa atmosfera opaca,
Onde a dor é ser cintilante.

Chovem pedras sobre meu livre abstrato pensamento,
Oriundas de nuvens medo de que profecias eu atine;
Meu corpo em sangue alivia ao portador de escarmento,
Mas não impede que o eco de liberdade no ar milite.

Ante tanto absurdo,
Propago:
Absurda então serei,
Entre rebanhos de súbditos da tirania não marcharei,
Morrer talvez, fazê-lo-ei,
Honrando minha capa e minha espada,
Numa batalha onde a liberdade é exaltada,
Pois dia desses esta Rainha será coroada,
Também o amor finalmente será Rei.

Sou consciente de que nesta vida não verei,
Mas por seus tronos até a morte lutarei,
Pois a vida em si, sem suas glórias, não significa nada.


De Cristo A.

2 comentários:

nanny disse...

Olá Andréa! Me chamo Elaine. Estava lendo um texto do blog do Thiago Siqueira e por "acidente" vim parar aqui no seu.
Queria parabenizá-la, pois gostei muito (do pouco) que li. Estou no trabalho e aí não dá pra ler da forma q eu queria..
Bom, não tenho blog, mas deixo aqui meu e-mail caso queira manter contato. Adoro poesias, palavras que expressam sentimentos, essas coisas. Podemos trocar idéias. Um grande abraço!
nany_uj@hotmail.com

Anônimo disse...

Well I assent to but I think the brief should have more info then it has.