21 de nov de 2007

Ainda sem título

Claro… Quem não te conhece?
Quem não sabe de ti?
Quem?
Sei tanto de ti como sei do universo.
Confio tanto em ti...
Como confiaria uma gazela à um leão.
Te aceito tanto como aceito o desconexo.
Te amo tanto...
Como amo o meu inimigo sem perdão.

Claro... Não te julgo...
Não te julgo não...
Como não julgo o absurdo;
Como escudrinhar algo em vão?
De ti jamais duvido,
Com não duvido de um fariseu,
Confio meu ouro fluído,
Aos cuidados teus...
Como confiaria em sanguinários bandidos,
Como confiaria um templo sagrado aos ateus...


Claro... Não sou quem você pensa,
E você... é aquilo que pensarias se fosses eu...
Quem é você nesta farça tão imensa ?
Claro... Você ainda não compreendeu.



Andréa Cristo

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